Presença-ausência
Há noites em que pareço estar só.
Mas na verdade há uma solidão a me seguir
E se faz presente.
Ofereço a ela cervejas, cigarros e poemas.
Porém...ela só quer bailar.
Quando será a última dança?
Quando ouviremos a canção pela última vez?
Chove!
Talvez seja a metáfora de um eu inundado por dentro
Que amo essa solidão que me acompanha...
Que está tão perto e tão longe de mim.
E fez-se amor nesse estar só...fez-se vida,
Tal qual a flor de Drummond que rompera o asfalto,
O amor veio da solidão que me segue hoje
E seguirá sempre...
sábado, 24 de junho de 2017
Depois de um tempão...cá estou eu...
Só à noite
Procuro caminhos,
Encontro-os vazios.
As luzes dessa cidade gélida
Falam comigo
E me aquecem.
Estou mudo,
Mudado, mudando
Cotidianamente.
O vinho me acompanha
E acalma meu coração.
Com o passar das horas
O frio aumenta.
Volto para casa,
Estou só entre livros,
Roupas e fotografias.
O que me resta além da memória?
O quarto parece cada vez maior.
O vinho ainda me acompanha.
Então, ponho-me a te olhar.
Estás tão perto...
Sinto que o remédio para a solidão
Está em mim,
Pois, tu aqui habitas!
Tens em meu corpo
Tua morada acalentadora.
Descubro que aquele vinho
Não acalma mais do que teu sorriso.
Que as luzes dessa cidade
Não me falam nem aquecem tanto
Como teus olhos.
Então, percebo que o verbo amar
Tem outro significado
Quanto és tu
O complemento que faltava
Em minha vida...
Procuro caminhos,
Encontro-os vazios.
As luzes dessa cidade gélida
Falam comigo
E me aquecem.
Estou mudo,
Mudado, mudando
Cotidianamente.
O vinho me acompanha
E acalma meu coração.
Com o passar das horas
O frio aumenta.
Volto para casa,
Estou só entre livros,
Roupas e fotografias.
O que me resta além da memória?
O quarto parece cada vez maior.
O vinho ainda me acompanha.
Então, ponho-me a te olhar.
Estás tão perto...
Sinto que o remédio para a solidão
Está em mim,
Pois, tu aqui habitas!
Tens em meu corpo
Tua morada acalentadora.
Descubro que aquele vinho
Não acalma mais do que teu sorriso.
Que as luzes dessa cidade
Não me falam nem aquecem tanto
Como teus olhos.
Então, percebo que o verbo amar
Tem outro significado
Quanto és tu
O complemento que faltava
Em minha vida...
sábado, 23 de julho de 2016
sexta-feira, 22 de julho de 2016
domingo, 26 de junho de 2016
Esse texto do Manu diz muito do que sou/estou atualmente...
POEMA SÓ PARA JAIME OVALLE
Quando hoje acordei, ainda fazia escuro
(Embora a manhã já estivesse avançada).
Chovia.
Chovia uma triste chuva de resignação
Como contraste e consolo ao calor tempestuoso da noite.
Então me levantei,
Bebi o café que eu mesmo preparei,
Depois me deitei novamente, acendi um cigarro e fiquei pensando...
- Humildemente pensando na vida e nas mulheres que amei.
Taí um texto que considero um dos mais belos de nossas (ou não tão nossas assim) letras.
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Muitos e muitas sabem da pesquisa acerca da figura de Bruno de Menezes. Para quem interesse, disponibilizarei nesta postagem alguns links de artigos que publiquei acerca do tema.
Abraços e boa leitura.
http://seminarioamericalatina.com.br/wp-content/uploads/2015/07/A-ANTROPO%C3%89TICA-DE-BRUNO-DE-MENEZES-UMA-PERSPECTIVA-LATINO-AMERICANA-Rodrigo-de-Souza-Wanzeler.pdf
http://www.elhablador.com/dossier18_souza.html
http://www4.fsanet.com.br/revista/index.php/fsa/article/view/974
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